O começo de uma paixão

Com a “ameaça” de uma lei que permitiria aos portadores de carta B conduzir motociclos até 125cc e 11 kw pensei para mim: “E porque não uma mota?”

Com alguma pesquisa e ajuda lá me aconselharam a mota ideal, uma Sym Orbit 125, gira e supostamente fiável (por ter um motor cópia da Honda).

Espalhei-me no dia 1 (26 de Julho), mas de resto foi uma boa companheira. Chegou a chuva e o frio e pouco peguei nela devido ao tempo, e ao frio (capacete aberto, roupa não apropriada.)

Com a vontade de conhecer este nosso Portugal (e futuramente a Europa), o poder ir para qualquer lado que não a cidade (coisa impossível na scooter) sozinho ou acompanhado pela minha amada (como dar um salto às areias de Aveiro), porque não uma mota superior (com a mesma cilindrada)? Reparei numa moto que tinha visto numa revista de automóveis: A Honda CBF 125.
Tinha que conjugar algo perfeito para a cidade (versatilidade e consumos) e algo que se desse bem na estrada, e esta parecia ser a resposta certa. O único problema era o preço, cerca de 2600€, mas acabei por ficar convencido.
Fiquei apaixonado pela beleza da mota (em vermelho então), por ser Honda (tinha fiabilidade assegurada) e pelos consumos, cerca de 2.2l/100km anunciados pela marca.

E aqui estão as 1ªs fotos dela:

Os extras foram protector de depósito e autocolantes vermelhos nas jantes “Honda Racing”. A 1ª vez que peguei nela foi algo de extraordinário, muito mais confortável, estável, tudo de melhor em relação à scooter. Prova disso é que não lhe pegava com mau tempo, com esta mesmo com chuva (pouca) e frio (comprei um casaco a sério e um capacete fechado) ando sempre com ela. Está inclusiva bem suja.
De momento está em rodagem, logo não conheço ainda as limitações. Já conta com 250 km e a agulha do combustível finalmente desceu para um pouco antes dos 3/4. Sim, por momentos pensei que estivesse com defeito dado que não consumia gasolina (hehe).

Com a entrada da referida lei esta mota parece ser o ideal para enfrentar o caos das cidades e para fazer uns bons quilómetros por essa Europa fora. Farei um diário de bordo completo com os custos, consumos e “problemas” para poder divulgar e ajudar alguém que tenha interesse na mota.

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Categories: CBF 125 | 4 comentários

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4 thoughts on “O começo de uma paixão

  1. ola, tens bom gosto na mota, eu tenho uma igual mas so k e preta e gostava de colocar xenon mas dizem k se tem de fazer uma alteracao para corrente continua, podes me dizer se e verdade? ja agora o escape e completo certo? se poderes responde para manuel_almeida28@hotmail.com

  2. Boas Eu estou a espera da minha mota igual a essa que está para chegar e vi este blog e está muito bom. Gostava de saber quanto fica pôr o xenon e o escape como tens? Quando poderes responde para semeduh_25@hotmail.comAbraço

  3. Boas jjmaia, também estou a pensar seriamente em comprar uma cbf 125.Podes dizer-me tb quanto gastaste no escape e xenon?Se puderes responde para caribeiro77@iol.ptDisseste também que compraste a tua por 2600€?Eu recebi hoje uma proposta de um concessionário, e mandaram-me 2500€ com oferta de toda a documentação e capacate.Abraço de um "futuro motard"

  4. – Manuel: A corrente da mota é instável, o mais fácil é ligar o kit à bateria e usar um interruptor.- Isabelonçalves: O Xenon foi cerca de 40€, o escape 380€.- CR5: A minha foram 1400€ pois dei uma scooter à troca.

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